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Savage World e a mudança de paradigma
salve gurizada. Esse post é só uma constatação e opinião pessoal baseada nada mais do que em achismo, então se quiser desconsiderar faça-o.
E o Savage Worlds da RetroPunk heim? Como não ficar feliz? Não só pelo livro que ficou muito bacanudo, mas também pelo efeito que ele vem causando. Nerd é uma raça cheia de maneirismos e paradigmas (muitas vezes até chatos), principalmente quando se trata de seus jogos favoritos. Quando eu comprei Savage Worlds, li e joguei, eu pensei “Cara que jogo irado! Ele é genérico e ao mesmo tempo com especificidade e personalidade!”. Parece que essa percepção alcançou muitos jogadores. Vejo relatos e mais relatos de como o SW será utilizado como sistema padrão em lugar de outros em que o pessoal era “casado” como GURPS.
Alie isso ao bom atendimento e relacionamento com cliente, além da qualidade impressa no desenvolvimento e produção dos produtos da RetroPunk e você tem algo que as antigas empresas grandes que existem desde da década de 90 nunca se importaram muito: repeito ao seus clientes.
Só para vocês saberem, o Beat’em UP! RPG começou em Savage Worlds, com uma adaptação minha do jogo Vendetta (personagens e armas também) para o mesmo, e se eu fiz o jogo é por que ele me inspirou fortemente.
Parabéns ao Guilherme por sua iniciativa, esforço, e persistência num mercado deveras complicado mas principalmente pelo amor que imprime em tudo que faz relacionado ao RPG. Do que precisar estarei pra ajudar.
Por isso: COMPREM SAVAGE WORLDS e façam o RP decolar ainda mais! Façam algo pelo hobby! Você não gostam tanto dele?
DM
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History Of Beat 'Em Ups →
Welcome to the comprehensive history of beat ‘em ups since the introduction of the genre in 1986 with Taito’s Renegade.Salve salve! Começo esse post com a história dos jogos do gênero beat’me ups (também chamados de Brawlers) um subgênero dentro do gênero Fighting Games. É muito interessante para os adoradores do gênero assim como eu. Também posto para dar notícias sobre o Beat’em UP! RPG:
- O texto está 90% pronto, faltando apenas finalizar um hack, e revisar.
- Um dos hacks que já virá no livro básico (e que está terminado, faltando apenas playtetst) servirá para jogar um outro gênero muito parecido com beat’em ups, conhecido principalmente por dois jogos cultuadíssimos por todo nerd gamer! Alguém arrisca?
- Houve algumas mudanças na nomenclatura de algumas coisas, e em resumo, somente os Traits e Special Attacks mantém os nomes em inglês.
- Novas regras pros Chefes de Fase, com nova pontuação e Special Abillities, que são habilidades e efeitos especiais que todo chefão do gênero que se prese tem que ter!
- Muitas regras opcionais obtidas em mesas de playtest.
- Novo layout nas fichas de personagem e de fase.
- Estou terminando (95% pronto) uma adaptação de Cadillacs and Dinosaurs (jogo que meu meu filho de 4 anos zerou junto com o padrinho! Me enche de orgulho!) apresentando as novas mecânicas dos Chefes de Fase, ficha de todos os personagens principais, capangas (nada de enemies ou minions, agora eles são capangas!), marcadores de tudo isso (inclusive do cadillac) e Incrementos (antigos power-ups… gostaram ou devo voltar a chamá-los de power-ups?) de arma e comida, além de um descritivo das fases. Assim que a poeira de freelas e aulas baixar eu termino!
- Se tudo correr bem, até o fim do primeiro o texto estará terminado e aí iniciarei a diagramação, o que não deve demorar tanto.
É isso gurizada. Tendo mais notícias eu aviso. Curtam o link que é muito bacanudo!
DM
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Experiência em mesas alheias - Por Yuri
“Salve salve gurizada! Hoje trazemos a contribuição de nosso amigo e colaborador Yuri sobre uma experiência que teve em uma mesa como jogador (normalmente ele só mestra) e que dependendo pode até virar um quadro fixo aqui no blog (que anda as moscas, eu assumo). Chega de blá blá blá, lê o texto aí!
Finalmente! Cumprindo o que o DM me pediu há meses, vou inaugurar os meus posts: “Experiências em mesas alheias”.
De onde veio a idéia?
Bom, tudo que eu faço relacionado à RPG, é mestrar – Raramente jogo, e quando jogo, são one-shots, ou então mesas que não duram mais do que duas sessões.
Sendo assim, o momento em que um mestre/ mestre joga, deveria ser algo como o menino Nintendo 64 ganhando o vídeo game na manhã de natal. Porém, na realidade eu sempre saio com cara de gato murcho de meme, me sentido pior que o Seu Barriga quando é humilhado por todos da vila.
Não darei nomes para não expor as pessoas (e porque eu não agüento mais colecionar inimigos).
Bom, vou começar por algo polêmico, uma sessão de terror – Call of Cthulhu pra ser mais exato. Pra quem não conhece Call of Cthulhu é um RPG baseado no conto de mesmo nome (e em outras mitologias do mesmo autor), escrito por H.P. Lovecraft em 1926. Para maiores informações clique aqui.
O que torna o jogo tão especial?
O aclamado H.P. Lovecraft fez uma obra única, e não é a toa que se seguiu uma legião de fãs e conseqüentemente um RPG. Os pj jogam com pessoas comuns (geralmente policiais, criminalistas, estudiosos, etc), e embora o jogo possa ser jogado em épocas específicas, é comum que seja ambientado na década de 1920. O horror demonstrado por Lovecraft é algo que transpassa as barreiras da realidade como a conhecemos, portanto, personagens comuns – como nós humanos, não estariam prontos para certas realidades cósmicas, ocasionando (a parte fundamental do jogo ) a perda de sanidade. Nesse jogo, esqueça os pontos de vida, pois eles podem ser recuperados, mas a sanidade é algo que possivelmente te deixará danificado para sempre.
O que irrita?
O que me irrita profundamente é o fato de muitos jogadores (e puxa-sacos simpatizantes) de Cthulhu falarem: “Hoje só sobreviveu uma pessoa em Cthulhu. VIVA! Algo Normal”.
Não! Cara, isso NÃO é normal. Qual a graça de você jogar/ mestrar algo onde as pessoas DEVEM morrer?
Seria legal pra tirar aquelas pessoas indesejadas que chegam falando “Tem vaga ainda, tio?” – Ai você pega e mata sem nenhum problema e fala: “É rapaz, a mesa é de Cthulhu, e aqui o bagulho é doido” – Só assim serviria tantas mortes.
Vamos falar sério agora. Como eu disse antes, se o jogo mexe tanto com o psicológico e você está envolvido jogando, o que seria morrer comparado a continuar jogando com um cara que está mentalmente arruinado. Realmente, a meu ver, seria mais interessante uma mesa que termina com 98% do grupo insano, cada um do seu jeito, do um grupo 98% morto.

Dêem uma folga pra Cthulhu: pra matar todo mundo sempre?
A sessão
Cheguei um tanto humilde no evento, conhecia poucas pessoas, porém já esperava não jogar nenhuma mesa. Avistei então uma mesa de Cthulhu que iria começar.
A mesa estava cheia, isso não era bom segundo o mestre que fez uma mesa para poucos. Até onde sei o mestre era um cara conceituado e catedrático no meio de Cthulhu, um grande conhecedor e com uma preocupação e dedicação única ao hobby acredito eu.
Já os jogadores, não posso dizer o mesmo; entusiastas, posers, e pessoas que conheciam pouco ou nada do universo de Lovecraft.
Começou de forma básica, naquele cenário de 1920. Em resumo (pois não vou detalhar muito a sessão para não expor tanto o mestre quando a sessão). Deveríamos investigar (claro), algo sobre um colega rico em comum da maioria. Somente alguns personagens já se conheciam. Meu personagem era um rico historiador. Claro que se tratando de uma mesa one-shot, não se espera que você tenha um grande motivo para se jogar em uma aventura, você simplesmente espera o melhor momento e vai. Eu, porém gosto do role-play acima de tudo, e logo deixei claro minhas intenções; para a mesa e para mim mesmo. Por que se aventurar para ajudar um colega que eu mal via? Meu personagem temia que a família rica do meu colega, logo se tornasse foco da imprensa e se isso se alastrasse, logo a minha família seria alvo da mídia e fofocas. Eu isso pra mim. E também, o que melhor para um historiador do que investigar um mistério.
O grupo parecia viver nos anos 2000 e sabiam que iam fazer parte de um filme de terror, portanto trataram de levar todo tipo de coisa possível pra missão (extra jogo pra caralho!): corda, pá, munições, cantis, lanternas de todos os tipos, dinamite, papagaio etc. Tudo que faríamos a principio era visitar uma casa que ficava a alguns quilômetros de nossa cidade. Até ai tudo certo. O grupo descobrir um monte de gente morta e mal enterrada no subsolo da casa.
Cara acabou! Pra mim isso é o suficiente. Peguei minhas coisas e quis ir embora, assim como outro jogador também achou mais sensato que seu personagem fosse embora.
Vamos analisar: Se eu e o outro jogador tivéssemos ido embora pode ser que “o grupo todo não precisasse morrer”. Ai entra outro questionamento: Por que as pessoas morrem jogando Cthulhu? Será que elas morrem por que o mestre mata? Ou será que elas têm atitudes estúpidas?
Bom, é claro, nós queríamos jogar, mas se é um jogo de sensatez, onde os personagens não são heróis como em D&D, então porque ficar nessa aventura? Por mais one-shot que fosse, meu personagem (mero humano e mortal) não tinha motivos de continuar se aventurando, minha missão (como pobre mortal desconhecedor dos mistérios de Lovecraft) era apenas chamar policia e averiguar, enquanto eu me recobrada daquela cena chocante. Eu não cheguei a ir embora, pois o grupo ficou insistindo e forçando a barra para que eu fosse junto (extra jogo de novo!). O mestre aparentemente ficou neutro com a situação, embora ele pudesse ter dito que enquanto estávamos longe alguém estourou pneus do carro. Para me impossibilitar de voltar.
Bom, sem pressão do mestre, e somente do grupo cada vez mais íamos descobrindo coisas mais bizarras em ambientes mais hostis possível, lama, chuva bosque tenebroso de contos de bruxas, tudo era passível para não continuarmos a fazer aquela loucura. Na minha mente eu apenas ouvia a aventura dizer “venham morrer” e o grupo dizendo “o mistério está logo à frente; vamos resolver logo a missão porque meu personagem guerreiro quer bater, e eu não vim de tão longe para não ter uma surpresa macabra”.
A todo o momento meu personagem se assustava e queria voltar, e eu recebia esporros de alguns jogadores que falavam: “É ali que temos que ir!” – porque era óbvio, mas não éramos detetives da policia nem nada, não ganharíamos nada com aquilo, o objetivo do meu personagem não era nada comparado a vida dele.
No final, eu que já tinha passado todos os testes de sanidade já tinha perdido 6 pontos (de 100, geralmente os personagens começam com algo 60 e 70 se não me engano), imagina o resto, tinha gente que já tinha perdido 10.
Conseguimos derrotar o “inimigo final”, e ninguém morreu. Essa sessão ficou tida como algo anormal e atípico.
Todos voltaram felizes para sempre embora a maioria tivesse perdido 10 ou mais de sanidade. Eu disse que o final do meu personagem era ele ter voltado pra cidade e voluntariamente teria se internado no hospício para um tratamento – Acredito eu que um final muito mais interessante para um personagem de Cthulhu do que propriamente a morte (embora meu personagem fosse um que menos tivesse perdido ele foi internado, outros deveriam ter feito isso).

Que porcaria de mesa… ninguém morreu… #chatiado
Conclusão
A mesa foi bem interessante, fora o grupo que forçou a barra (foram extra jogo) 70% das vezes, que interferiam nas ações do outros. Se eu fosse seguir tudo o que o grupo mandava, meu personagem poderia ter morrido (eu segui parte do que eles disseram e meu char quase foi o único a morrer). É relativamente fácil ser morto em campanhas de Cthulhu, porém cabe ao mestre saber dosar a medida.
O mestre tinha um ótimo conhecimento do cenário e soube desenvolvê-lo. Ele caprichou muito nas imagens e detalhamentos para dar mais cor ao jogo, porém pouco interferiu no cenário para com os personagens, deixando, por exemplo, que eu fosse livre para sair da campanha, e/ ou não dando muitos motivos para que o grupo continuasse em frente, pois todos poderiam ter desistido – como eu queria fazer.
Ou seja, se um dia você jogar Cthulhu onde dizem que o normal é morrer e quiserem que você interprete da forma que se espera – real e diferentemente dos heróicos personagens de D&D, fuja, pois ninguém em sã consciência vai continuar investigando coisas do gênero, e sanidade é tudo que você tem a perder.
Sinceramente se fosse pra jogar mesa em que eu fosse morrer, eu preferia jogar uma mesa de BBB (Big Bárbaro Brasil), larga todo mundo numa casa com um bárbaro ensandecido – sabemos que todos vão morrer, só não sabemos a ordem, e como.
Yuri
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Fala galera!!!
Para quem não sabe… A Esquina dos Mundos e o D+1 estão produzindo o Hipsteria! o jogo mais indie de todos os jogos… porém, alguma coisa fez nós nos desmotivarmos na produção desse jogo!
Ontem, eu estava no ônibus e tive um insight misturado com uma vontade de desenhar, e decidi fazer esse desenho! Quem vocês acham que é? Gostaram? Espero que sim, Funfas e eu (Eduardo Oliveira) estávamos conversando sobre esse desenho e concluímos que esse desenho reacendeu a motivação de nós na produção desse jogo. Por esse motivo, estamos anunciando que o Hipsteria! está de volta e com força total!
Du²
Ps:. Ainda falta jogar uma sombra e uma luz… mas, já dá pra divulgar!
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Como foi a Oficina de Produção de Jogos - RPG Indie 3!
Salve gurizada! Darei um breve relato de como rolou a terceira turma da oficina… que tinha tudo pra dar errado, mas até que fluiu bacanuda!
Pra começar por um problema de comunicação / burocracia, minha metodologia de uma aula por semana foi transformada em 4 aulas seguidas na mesma semana. Tudo muito corrido e com conteúdo demais pra ser digerido de um dia para o outro por uma galerinha de 15-20 anos. Nosso tema era Fantasia Medieval, e fizemos um processo criativo em um dia para entregar uma apresentação da ideia no outro. Confesso que fiquei receoso, mas a galera mandou bem!

Inspirações + processo criativo + mão na massa!
Fui surpreendido com apresentações enxutas, funcionais e com ideias de jogo interessantes, que se forem desenvolvidas podem se tornar jogos que eu jogaria:
Rolou um jogo em que os personagens são Deuses de um panteão (pode ser do seu mundo preferido) que lutam para não serem esquecidos com o passar das gerações.
Um outro sobre heroísmo, em que os personagens buscam restaurar a essência do Deus do bem (que se dissipou para banir sua contraparte maligna), antes que o Deus do mal e seus escolhidos destruam tudo.
E ainda um outro sobre vingança, nos moldes de Game of Thrones, mas muito mais cruel!

Oficineiros com os brindes das editoras: Caboclo Bernardo (Pinnacolo), Aventuras de Old Dragon e CD do Shotgun Diaries (Redbox).
Considerações finais: apesar da correria os alunos demonstraram interesse, pareceram ter entendido os processos e acima de tudo, gostaram da viagem. Espero vê-los novamente e jogar seus jogos quando estiverem prontos. Agradeço a confiança!
Fiquem atentos pois deve rolar mais uma oficina em breve.
DM
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Beat’em UP! com D30
Salve salve gurizada! Meu brother Ricardo Mallen do blog D30 fez uma resenha falando sobre meu jogo. Dá uma olhadinha aqui. Você pode baixá-lo e testar agora clicando aqui!
DM
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Ciranda de Blogs - Arma de Raios
Passei rapidinho pra postar nossa contribuição a ciranda de blogs, iniciativa do brother Diogo Nogueira do blog Pontos de Experiência. Que diabos é isso? Olha aqui pra sacar qual é da parada. Ta aí adaptado a arma ao sistema da casa, o Beat’em UP! mostrando um estudo de novo layout da cartinha de Power Up. E ae curtiram? Alguém se anima a fazer mais cartas com armas temáticas de ficção científica pulp?

DM
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O Valor do Design
Então. Esse post é um desabafo e um alerta. Quem me conhece pessoalmente (ou mais intimamente) sabe que sou meio consumista quando se trata de jogos. Não video games, e sim os analógicos. Antes era só RPG, mas depois do Game Design Seminar do canal do John Wick passei a comprar outras coisas. Board games, dice games e até card games que não era muito fã.
O caso é que eu incentivo o mercado nacional e compro, sempre que posso, quase tudo que sai em matéria de jogo. Esse mês esbarrei com dois card games de um empresa de jogos nacional. Jogos de um game designer que já li livros e conheço o trabalho ainda que sumariamente. Dei uma olhada na descrição das regras e nas simulações das cartas. Achei bacaninha. Mandei vir. Comprei na pré-venda com um descontinho e uma “caixa promocional”. Aguardei e algumas semanas depois chegou o pacote. Sempre fico feliz quando chega caixa do correio. Igual criança que ganha doce.
Abri todo contente e me deparei com uma “caixa” com péssima qualidade gráfica e um design gráfico muito mais ou menos. Além da caixa ser difícil de abrir, a colagem da arte no papel paraná estava mal executada, cheia de ondas e descolando em muitas partes, fora as caixinhas dos dois card games sambando lá dentro. Depois de alguns minutos finalmente consegui abrir, só pra constatar que o acabamento interno da caixa também estava pra lá de amador.

Detalhe do canto da caixa promo. Nem queiram ver a arte da capa…

Detalhe de outro canto da caixa promo. Tudo descolando…

Saca o acabamento interno. :(
Respirei fundo. Fiquei #chatiado. Quem é designer sabe o que eu tô falando. Tentei relevar (pensei “eu entoco essa caixa no fundo do armário e nunca mais olho pra ela, pelo menos tem os card games”).
Abri as caixinhas dos card games. Nova decepção: cartas muito finas, com sujeira de refile (pó branco que junto com a “gordura” da impressão no papel couché brilho fez uma verdadeira lambança), e PASMEM: marcas de corte e registro visíveis! Isso significa que a carinha “correu” na máquina e cortou onde não era pra cortar.

Manual dobrado ao meio sem nenhum planejamento de design… e a legibilidade como fica? E o manuseio?


Isso no canto é uma marca de corte… ela não deveria estar aí…

Embalagem dos cardgames. #FAIL
Fiquei tão decepcionado que decidi NUNCA mais comprar nada na tal empresa. Sério mesmo. Ainda tive que ouvir que “Nossas cartas estão em um padrão acima da média nacional” e que “somos uma empresa pequena” e por isso sai do jeito que saiu.
Sério? Hoje em dia temos empresas pequenas que oferecem produto de qualidade. ELAS SIM oferecem padrão acima da média nacional. Acima de muita editora tradicional que tem por aí.
Mas qual o seu propósito com esse post DM?
Simples: se for fazer qualquer coisa, faça bem feito, OU NÃO FAÇA. Vai trabalhar com jogos? Procure fornecedores qualificados e cobre um preço coerente com o custo total. CONTRATE UM DESIGNER GRÁFICO. Design é processo e projeto, serve pra agregar valor e pra ficar funcional e não pra ficar “bonito” somente. Não é só ter uma ideia e falar que é game designer.
Resumindo: fiquem de olho nos produtos que oferecem por aí. Meu erro foi não ter perguntado para ninguém sobre a qualidade dos produtos da empresa. Não cometam o mesmo.
DM
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Oficina de Produção de Jogos - EXPRESS
Salve salve! Hoje começa a terceira edição da oficina de produção de jogos - RPG indie. Ocorrerá novamente pelo Senai. O motivo de eu só estar divulgando ela hoje, é porque eu mesmo fiquei sabendo só semana passada. Explico: por um ruído na comunicação com a instituição, além de ficar sabendo somente em cima da hora, a oficina foi oferecida de maneira ligeiramente diferente e será “degustação”, sendo realizada em uma semana e não em um mês como das últimas duas vezes. Ainda assim, haverá a exposição de teorias, jogo prático e a produção de ideias de jogo. Como não haverá tempo hábil de efetivamente produzir o jogo durante o curso, por iniciativa própria eu me disporei a avaliar, assessorar e auxiliar no desenvolvimento dos mesmos após o término do curso, caso os autores assim o quiserem. Faço isso porque sou um apaixonado por jogos de RPG e acredito no fortalecimento da produção independente do Brasil (me chame de romântico ou idealista… sou mesmo).
Ainda sobre a oficina, mais uma editora acaba de declarar seu apoio ao curso: COISINHA VERDE do brother Tiago Junges! Pela própria duração reduzida e quantidade excessiva de inscritos (acho que uns 20 alunos) utilizarei um jogo da editora como ferramenta pedagógica. Pretendo para as próximas vezes acertar com o Senai o aumento da carga horária e a duração novamente readequada para um encontro semanal. Fiquem ligados para mais notícias.
DM
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Vector Pix: Mestrar ou Narrar? →
Olá, sou Rafael Ramires Leite, tenho quase 29 anos nesta data, e jogo RPG fazem alguns anos.
Comecei com o sistema Storyteller, na ambientação para Vampiro A Máscara, passei para o GURPS e acabei parando por um bom tempo no D&D 3 e 3.5, passeando por outros sistemas desde então (Lobisomem…
